Tuesday, November 28, 2006

A fronteira










Não sei que propósito serve a inteligência [por vezes]. O propósito do incómodo ou o despropósito da dúvida. Ser vegetal tem vantagens [Não questionar a circularidade dos circuitos pedestres no NorteShopping]. Ser-se conformado com as realidades tangíveis das nossas vidas leva a caminhos fáceis. Sem dúvida. As dúvidas persistem nos inteligentes ou nos imensamente sonsos. A fronteira é ténue.

2 comments:

Bad Girl said...

Serve ser inteligente para entender o teu post.
E só por isso vale a pena ;)

Shinguru said...

Primeiro estranha-se e depois entranha-se. E a capacidade de entranhar não é deglutir...